Com o homebrew devidamente instalado, siga os passos abaixo para instalar e configurar o PostgreSQL 9.0:
ruby, rails, linux, php, seo and ui
Com o homebrew devidamente instalado, siga os passos abaixo para instalar e configurar o PostgreSQL 9.0:
Tony Hsieh, da Zappos, revela o que é essencial para vencer na web:
- Lição nº 1: Uma loja virtual é construída com base em clientes fiéis
- Lição nº 2: O "boca a boca" realmente funciona na internet
- Lição nº 3: Não faça competição de preços
- Lição nº 4: Tenha certeza do seu estoque
- Lição nº 5: Centralize sua distribuição
- Lição nº 6: Atendimento ao consumidor é um investimento, não uma despesa
- Lição nº 7: Comece pequeno, mantenha-se concentrado
- Lição nº 8: Não guarde segredo. Não se preocupe com os concorrentes
- Lição nº 9: Você precisa administrar a cultura da sua empresa ativamente
- Lição nº 10: Desconfie dos chamados especialistas. Inclusive de mim.
Leitura interessante. Quem puder, compre a PEGN de Junho/2010. ;-)
Dica rápida para sobrescrever atributos do ActiveRecord no Rails 2.3:
Com esse exemplo, quando o name de um User for recuperado, ele irá capitalizar o nome. E quando for definir o name, ele iá transformar o texto para minusculas.
Quando a Nokia anunciou que iria disponibilizar a navegação por voz gratuitamente no Nokia Maps, rebatizado de Ovi Maps, foi um alvoroço geral. E para minha surpresa, o excelente E71 ficou de fora da lista de aparelhos compatíveis.
Várias desculpas foram dadas para justificar e nenhuma versão compatível tinha sido lançada ainda. Ok, oficialmente ainda não foi mas... Por acaso achei hoje esse link no forum da Nokia para o .SIS compatível com o E71.Para enviar um branch local para o servidor remoto, use o comando abaixo:
Já para deletar um branch remoto, é tão simples quanto:
PS. Não esqueça de deletar o branch local também, se for o caso:
Dica do git ready.
A Plataforma Tecnologia lançou recentemente o has_scope, plugin/gem extraído do InheritedResources (o qual ainda não tive a capacidade de entender o funcionamento).
Ele permite criar filtros nas consultas usando os escopos (named_scopes) definidos no Model de uma forma simples e elegante, mantendo toda a lógica do negócio fora do Controller.
Vamos ao código:
No Model
No Controller, defini quais escopos que vou usar no filtro.
Na View, criei uma partial com os campos do filtro.
Esse formulário do filtro irá chamar o método index usando GET (através da URL), como no exemplo:
Como de costume, esse post é só um aperitivo. Acesse o completíssimo README no GitHub para mais detalhes de utilização.
O Ruby Learning começou uma série de desafios para Rubistas iniciantes, na qual um profissional Ruby elabora um problema e os interessados em participar enviam as soluções desenvolvidas em Ruby para serem avaliadas. O autor do desafio escolhe a melhor implementação e sorteia uma entre as outras soluções funcionais. Os premios são screencasts da PeepCode e BDDCasts.
Por que não participar?
O problema proposto pelo Chris Strom foi o seguinte:
Você deve um grande favor e concordou em pegar um amigo no aeroporto toda Sexta-feira a noite. A linha área que seu amigo voa é barata, mas terrível quando se trata em reportar atrasos e horários de saída e chegada. Você rapidamente descobriu que o voos agendados para as 10pm nunca chegam no horário e usualmente atrasam mais de uma hora. Se o avião chegar as 11:15pm, 12:03am, 11:30pm, 11:23pm e 11:48pm, qual é o horário médio da chegada?
A solução funciona se seu amigo mudar o horário de chegada para 6 horas depois? E se for 12 horas depois? A saída esperada do programa é a seguinte:
E qual foi a minha solução?
Eu identifiquei os seguintes passos a serem seguidos:
O código para essa implementação foi o seguinte:
Executando os testes propostos, tenho o resultado esperado. Woooo!
UPDATE 1: As soluções vencedoras foram:
UPDATE 2: o Chris Storm publicou um feedback sobre as soluções do teste. Leitura obrigatória.
Quando vamos criar uma aplicação Rails, normalmente executamos uma série de passos (instalação de plugins, gems, controllers, etc.) iguais. Por que não automatizar esse processo?
Usando o ótimo guia escrito pelo Nando Vieira sobre Rails Application Templates, escrevi o meu primeiro template:
Para usar o template, basta chama-lo durante a criação da aplicação com o parametro -m:
Esse template é bem simples e faz apenas o que eu uso sempre em todas as aplicações:
Pode melhorar esse script? Faça um fork no Github
Os que me conhecem sabe quanto o Rails Summit 2008 mudou a minha vida profissionalmente. Eu já sabia que as coisas haviam evoluído mas sinceramente nunca tinha dado muita bola, pois os meus processos sempre funcionaram bem. Lá eu pude ver que muita coisa legal estava sendo feita e eu que não podia ficar de fora. Uma delas foi o deployment automatizado.
O Capistrano é uma RubyGem que permite que você escreva receitas para publicação em servidores web. É possível usa-la integrada com o seu repositório (centralizado ou distribuído) ou mesmo copiar-tudo-compactar-e-enviar automaticamente. Ele permite manter várias versões da aplicação no servidor (e fazer rollback se necessário) e utiliza links simbólicos para dizer qual delas é a atual.
A instalação é mais fácil que fazer miojo:
É necessário ter o Ruby e o RubyGems instalado no seu sistema. Se você usa Ubuntu, eu posso ajudar.
Dentro do diretório do seu projeto, crie a estrutura básica do capistrano:
Notem que o arquivo config/deploy.rb foi criado. É nele que você irá escrever a sua receita.
Após estar com a receita devidamente escrita, é hora de configurar o servidor online para a estrutura do Capistrano.
O setup só precisa ser rodado uma única vez.
Depois de configurado, para publicar a sua aplicação basta fazer isso:
Mágico né?
Fez merda e publicou alguma coisa que não devia? Faça um rollback!
Algumas considerações sobre essa receita:
FAÇA BACKUP! Antes de começar a testar o capistrano, tenha certeza que os arquivos da sua aplicação estão protegidos e você não irá fazer cagada.
Por se tratar de uma aplicação em PHP, não é necessário reiniciar o servidor como em aplicações Rails. Por isso reescrevi a tarefa restart para que ele não faça nada.
A aplicação em questão permite o upload de arquivos pelos usuários, sendo necessário criar links simbólicos para manter esses dados fisicamente fora da estrutura da aplicação que será enviada pelo Capistrano. Nesse caso, todos os arquivos que serão enviados pelos usuários ficam no diretório /f/.
Como os ambientes de desenvolvimento e produção são sensivelmente diferentes, optei por manter dois arquivos de configurações separados: conf.php e conf-online.php. A aplicação faz referência ao conf.php e durante a publicação, o Capistrano se encarrega de apagar o arquivo de desenvolvimento e faz um link simbólico para o arquivo de produção.
Essa receita resolve O MEU PROBLEMA. Espero que possa ser útil para você.
Se ficou interessado em usar o Capistrano para publicar a sua aplicação, sugiro fortemente que leia a documentação para maiores detalhes.
Ok, eu sei que usar cliente de FTP é coisa do passado, mas quem não tem um projeto sem o deployment automatizado que atire a primeira pedra.
Na versão 3.0.8 do Filezilla foi adicionado o suporte a chaves públicas nas conexões por SFTP. Com isso, podemos aproveitar a mesma chave que usamos para conectar sem senha por ssh para autenticar no cliente de FTP.